Olhar I
Tenho o rio nas mãos na nascente,
na Serra da Canastra velho Chico.
No Nordeste o salvador da gente,
Até quando? Juro que não arrisco.
Olhar
II
Na calçada jorra a agua cristalina.
A terra árida uma sede insaciável,
a mesma agua perdida na esquina,
faz pensar na atitude inaceitável.
Olhar
III
A sede de justiça que me anima,
É como a agua pura numa sede.
Que a justiça nunca se oprima.
que a agua nunca falte
na rede.
Toninho
18/03/2023
Grato pela visita.

