Toda segunda feira a Sissi apresenta uma situação com a expressão: E se...
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Minhas participação.
Vida
moderna. Compramos seguros de um monte de coisas como: carro, barco,
motocicleta, vida, smartphone, e residência. Há quem segure nádegas, pernas,
mãos, como partes imprescindíveis na atividade. Citei as nádegas para as dançarinas,
(rsrs) como Carla Peres baiana do axé. Que teria feito tal seguro. Compramos e
esperamos nunca utilizar.
É
bom saber, quando os sinistros acontecem, é um verdadeiro pega-pega com a
empresa seguradora, que busca a todo custo, descaracterizar sua
responsabilidade. Portanto tenha cuidado ao contratar a seguradora.
O
que fazer, diante um incêndio na própria residência? Como salvar coisas, que
fizeram nossa historia, seja por sentimentos de afetividade ou valor de aquisição.
Num ápice de tempo tudo vem à cabeça. É preciso calma e razão no passo
seguinte. Nada de pensar em ser Um Super-herói. Pois muito se deram mal ou
estão mortos.
Neste
momento acionar logo os Bombeiros pelo fone 193, gerenciar o local para acesso
destes, facilitar o trabalho dos bombeiros. Juntar informações da existência de
animais, pessoas idosas, deficientes, buscar visualizar a presença deles em
alguma área de escape da residência, como telhados para os animais, janelas e
varandas. Se possível com segurança providenciar resgate.
Mas
voltando à hipotética situação, penso que buscaria salvar a pasta de
documentação da casa, juntamente com meus arquivos armazenados em discos rígidos,
pois ficam próximos. Mas não tentaria ser um super-herói.
Toninho.
16/03/2015
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