Vamos a mais uma rodada da BC_Raio X hoje com as
boas propostas da parceira Silvana, que nos leva a refletir sobre o dinheiro e
de como obter sem se escravizar. Favor deixar seu ilink no final desta e leva-lo ao blog da Silvana, pois ficaremos gratos.
Pensemos na frase:
Dinheiro na mão é vendaval do bem e do mal, basta nas
mãos de quem ele está. Referente a musica acima.
1 - Trabalho pra você significa prazer ou sacrifício?
2 – Você se considera pão-duro ou mão-aberta?
3 - Qual a importância do dinheiro em sua vida?
Respostas:
1- Eu tinha comigo uma frase que ouvia muito de
meu pai: Vamos trabalhar que é um prazer, então não poderia ter outra resposta
agora. O trabalho vive em mim desde os 13 anos via SENAI da Vale do Rio Doce e
já com carteira de trabalho e nesta empresa me formei e especializei em
eletricidade, que viria determinar minha carreira futura numa universidade. Ainda
hoje depois de 46 anos e 20 de aposentado invento trabalho porque gosto da
eletricidade.
2- Sou mais mão aberta apesar da fama de mineiro
ter um escorpião no bolso. Não um consumista exceto para novas tecnologias que
despertam minha curiosidade, principalmente as de elétrica e informática.
3- O dinheiro infelizmente ou felizmente
tornou-se um elemento diferencial nas pessoas, num país onde o Estado não
funciona e além de tudo permitiu um sucateamento das coisas publicas como
educação e saúde, assim sem ele as coisas tornam-se por demais complicadas, vidas
tornam-se amargas e outras ceifadas. Então eu o acho importante num grau médio,
que me permite ter uma vida digna, sem muito, mas o suficiente para estar na
jornada. E para outros o excesso é uma tortura irremediável da qual eles não conseguem
se libertar.
O fado canção
popular portuguesa é dolente, triste expressa solidão.
Pintura
de Jean Jacques Henner retratando a solidão.
Notou que vamos trocar
ideias sobre a solidão, esta coisa que tem feito estragos nas pessoas, mas que
está sempre presente em poesia, musica até com uma estranha beleza. Então deixe
seus comentários ou postagem no seu blog colocando o link no ilink abaixo.
Favor passar no blog da parceira amiga Silvana e deixar por lá seu link.
Propostas:
1-Como você
vê ou sai da solidão?
2-Você a sente
em meio à multidão?
3-Alguma frase
sua ou não para definir a solidão?
Respostas:
1-Vejo a solidão como um mal dos tempos
modernos, onde falta comunicação efetiva entre as pessoas num mesmo ambiente.
Sair da solidão é um passo muitas vezes difícil para uns, já outros dão uma
tapa nela e reinventam uma alegria. Não sinto solidão efetiva mas uso da
solitude onde escrevo poesia, canto e exorto uma alegria. Ou seja, me
desprendo.
2-Sentir-se só em meio à multidão é o
que ouvimos muito por aí, creio que vem da dificuldade de relacionar, ou mesmo enturmar-se
a grupos, seja numa viagem, show ou festas. Eu não sinto este tipo de solidão,
mas sei que muitos declaram esta.
3-Vou
transcrever uma frase de um musica de Alceu Valença cantor pernambucano, ele
afirma assim: “A
solidão é fera, a solidão devora, é amiga das horas prima irmã do tempo e faz
nossos relógios caminharem lentos, causando um descompasso no meu coração”.
De volta pro aconchego composição de Dominguinhos e Nando Cordel, musica popularizada por Elba Ramalho. Nela o personagem está de volta ao seu amor e trás numa mala bastante saudade e se por falar em Mala, hoje é dia de brincar com a palavra da Chica que por sinal estava com uma mala entupida de saudades de seu neto Neno. Vamos lá conferir aqui sementesdiarias
1- Na mala tinha
apenas uma saudade contida.
2- Abandonou
mala do passado, aprendeu ser feliz.
3- Pobre honesto
devolve mala esquecida com dólares.